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A comunidade “Chácaras”, está localizada no extremo este de nossa Paróquia e limita com o município de “IBIPORÔ. Ela inicia a partir da ponte do Ribeirão Lindoia e seguindo a Av. Maritaca, termina na encruzilhada das “Três Figueiras”. As famílias que moram nas chácaras, parte são donos de condições financeiras remediada e parte são caseiros e pobres. Oficialmente, o bairro tem o nome de “GLEBA PRIMAVERA”, o povo o apelidou de “chácaras”, porque formado de pequenas chácaras de  3.000 ou mais m2. São aproximadamente cem chácaras.

Desde o início da criação da “quase paróquia Cristo Bom Pastor”, os Padre Josefinos de Murialdo procuraram dar um atendimento, mas não continuo, devido a falta de local. Quando se realizava alguns evento religioso, era feito no quintal do Sr. Vítor e Sra Alzira, dono do bar. Mais tarde, pelo interesse de algumas família se iniciou permanentemente a celebração da Santa Missa aos Sábados, e outros eventos no galpão do Sr. Avelino de Moura, na Av. Maritacas, chácara 5080, que o cedeu gratuitamente  por tempo indeterminado. Com a sua morte, o filho Angelo Roberto Moura tomou posse e pediu um aluguel. Era o ano  2000. Existia uma comissão, a equipe de liturgia, grupo de canto, catequistas, um ministro da eucaristia, que visitava os doentes. O galpão já tinha sido reformado recebendo a forma externa de capelinha com bonito cruzeiro no lado exterior. Interiormente também sob a orientação do Sr. Aparecido A. da Silva (apelidado “Vermelho”) e a esposa Nadir Barbosa da Silva com a cunhada Sra Rosalina, providenciaram: bancos simples (por custa deles), armário de aço, altar de madeira ofertado pela comunidade de “Eucaliptos”, paramentos e utensílios para o altar. Escolheu-se o nome da padroeira da comunidade: “NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS”.

A comunidade começava a se organizar, mas ainda faltava algo importante: um terreno, sobre o qual construir a própria igreja. Um terreno, no centro do bairro, coisa não tanto fácil. Viemos a saber que na rua José Gonçalves Viana Filho, na esquina com a mesma rua existia a chácara n° 07 do Lote 14-F , cujo dono morava em Curitiba; ela estava à venda, media 3.020 m2, mas tinha um custo elevado, e nós não dispúnhamos de dinheiro. Pelo fim do ano 2002 metade da chácara, aquela da esquina fora vendida. Permanecia ainda o restante de 1.490 m2 com um custo de R$ 12.000,00 o suficiente para uma comunidade pequena. Algumas pessoas influentes, de nosso conhecimento, entrou em contato com uma autoridade do governo (estávamos em período de eleições). Parecia disposta a ajudar, na realidade foram muitas promessas, mas sem efeitos. No entanto o restante da chácara também foi vendido para a mesma pessoa que tinha comprado a primeira parte. Isto aconteceu em fevereiro de 2003. No início do ano 2004, a proprietária da chácara, era uma Senhora, veio a falecer e os filhos puseram a chácara à venda.

A partir deste momento inicia-se uma nova tentativa. A Senhora Edineide Barbosa Pontes nossa paroquiana e a Sra Eloisa de Oliveira Leite, que vive na Catedral, se interessaram. Correram atrás dos proprietários para saber o preço e pediram encarecidamente ao Monsenhor Bernardo, pároco da catedral, para ajudar. No dia 06 de fevereiro de 2004, o Pároco, Pe. Severino Caldonazzo, na parte da tarde se reuniu com Mons. Bernardo e as duas senhoras discutiram, concordaram e prepararam o plano de negócio:  Os herdeiros vendem a chácara por R$ 27.000,00 e o pagamento será feito em cinco parcelas.

1ª. No ato da assinatura de “compromisso de compra e venda” R$ 10.000,00

2ª. Em março, a segunda parcela de R$ 5.000,00

3ª. Em abril. a terceira parcela de R$ 5.000,00

4ª. Em maio a quarta parcela de R$ 5.000,00

5ª. Em junho a quinta parcela de R$ 2.000,00

A comunidade “Chácaras” participa com R$ 5.000,00 que dispõe, o restante será pago com o dízimo da catedral, sem compromisso de devolução, através da bondade e generosidade do Mons.Bernardo. Consideramos isso um presente de Deus, certamente pela intercessão de Nossa Senhora das Graças. A nós cabe agradecer e nos unir mais para formar a verdadeira comunidade de irmãos, que depois se encontram na Igreja da material.